Você tem medo de operar as hemorroidas?
Assista ao vídeo abaixo!

Conheça nosso protocolo de redução de dor na cirurgia de hemorroida

PRÉ-OPERATÓRIO
  • Aplicação de toxina para relaxamento da musculatura
  • Medicações previamente a cirurgia
CIRURGIA
  • Medicações injetáveis para dor no ato cirúrgico
  • Tratamentos modernos como laser, grampeador e endopex para menor dano do tecido
PÓS-OPERATÓRIO
  • Medicações para dor
  • Laser de baixa intensidade e LED

Conheça 03 técnicas que revolucionaram a dor no pós operatório da cirurgia de hemorroida: PPH, ENDOPEX E O LASER

TÉCNICA CIRURGICA: PPH

Com uso de grampos especiais de titânio, a técnica de PPH permite fixar as hemorroidas em sua posição original.

Além disso, remove uma faixa de tecido excedente no canal anal, promovendo o fechamento dos vasos sanguíneos dilatados.

A associação destas duas características desta técnica faz com que o tecido previamente exteriorizado volte novamente para dentro do reto, tratando a doença hemorroidária.

TÉCNICA CIRURGICA: ENDOPEX

Esta técnica é realizada com o auxílio de um aparelho de ultrassom. Como ele é possível identificar os vasos que levam sangue às hemorróidas.

Desta forma, realiza-se uma sutura em toda a extensão do vaso, que interrompe o fluxo sanguíneo do mesmo.

Esta sutura é responsável não apenas por interromper a chegada de sangue à hemorroida, mas também por gerar fibrose na região, fazendo com que as hemorroidas voltem para a posição dentro do ânus.

TÉCNICA CIRURGICA: LASER

Com o uso do laser conseguimos reduzir a dor no pós operatório e reduzir o tempo de recuperação. O laser possuí mais precisa na sua aplicação do que as demais tecnologias de corte e coagulação, dispersando menos energia para os tecidos próximos e, como consequência, gerando menos dor no pós operatório.

Com ele, é possível realizar procedimentos para a retirada das hemorroidas mas também para a retração das mesmas.

Quais são os benefícios aos pacientes no uso destas técnicas?

  • Menos dor no pós operatório
  • Retorno mais rápido às atividades do dia a dia
  • Menor risco de incontinência fecal
Conheça a
Dra. Aline Celeghini
CRM SP 183830
RQE 91440

Dra. Aline Celeghini CRM-SP 183830 - RQE: 91440 é membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, Membro do GEDIIB – Grupo de Estudos de Doenças Inflamatórias Intestinais do Brasil, Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, Mestre em Cirurgia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Pós-graduada em Doenças Funcionais e Manometria do Aparelho Digestivo pelo Hospital Israelita Albert Einstein e professora da graduação em Medicina da Universidade Anhembi Morumbi. Realizou intercâmbio no Centro de Pâncreas da University of Verona, sob orientação do Professor Doutor Claudio Bassi, acompanhando cirurgias laparoscópicas e robóticas. Também é pós-graduada em Doenças Funcionais e Manometria do Aparelho Digestivo pelo Hospital Israelita Albert Einstein e professora da graduação em Medicina da Universidade Anhembi Morumbi. Ademais é médica voluntária na equipe de Coloproctologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, médica assistente e preceptora dos residentes na equipe de Cirurgia Geral do Hospital Municipal São Luiz Gonzaga vinculado a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Realiza atendimento especializado em doenças relacionadas ao intestino grosso, reto e ânus, com foco em tecnologias e inovações na área. Em suas consultas, todas as condutas e decisões são tomadas conjuntamente com paciente para que este compreenda a doença. Neste contexto, o paciente deixa de ser um receptor de remédios e passa a ser o principal agente para a sua saúde, tendo um papel fundamental no seu plano de tratamento.

FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES

Quando podemos utilizar estas técnicas?

Hemorroidas internas que apresentam sangramento ou prolapso.

 

A hemorroida externa é tratada por estas técnicas?

Embora os estudos demonstrem que estas técnicas são específicas para hemorroidas internas, na prática observamos que ao realizar o tratamento para tais, as hemorroidas externas também são “puxadas” para dentro do canal anal, diminuindo sua área de ressecção. Para hemorroidas externas isoladas não há indicação.

A hemorroida pode voltar?

Infelizmente em todas as técnicas, convencionais ou minimamente invasivas, as hemorroidas podem voltar. Por este motivo é importante manter os outros cuidados, como evitar esforço evacuatório, evitar ficar muito tempo sentado no vaso sanitário ou utilizar papel higiênico.

Quem realiza sexo anal, pode utilizá-las?

O THD é uma técnica excelente para quem pratica sexo anal e busca um tratamento com menos dor. Diferente do PPH, ele não apresenta grampos, desta forma não gera traumas durante a penetração anal.

Em quanto tempo posso voltar às minhas atividades

Cada caso deve ser avaliado individualmente, entretanto o retorno para atividades leves pode ocorrer em 3 dias. Atividades extenuantes devem ser avaliadas no retorno pós operatório.

Quais as complicações destas técnicas?

Assim como toda cirurgia, complicações podem existir. Elas são a menor parte dos casos mas estão descritas nos estudos. Dentre elas podemos destacar: sangramentos, sensação de evacuação constante nos primeiros dias, dor, dificuldade para urinar e estenose anal.

Em quanto tempo terei o resultado definitivo?

No pós-operatório imediato é possível ter uma ideia do aspecto final do procedimento cirúrgico, entretanto a cicatrização final e fixação das hemorroidas pode acontecer em até 8 a 12 semanas de pós-operatório.

Atendimento particular e por convênio?

Atendimento particular e atendimento aos principais planos de saúde por reembolso.

Dra. Aline Celeghini CRM-SP 183830 – RQE: 91440 é Médica Coloproctologista e Cirurgiã Geral formada pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP).

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